"Querido John,
Estou escrevendo esta carta, e eu estou sofrendo porque não sei dizer o que estou prestes a dizer. Parte de mim gostaria que você estivesse aqui agora para que eu pudesse fazer isso em pessoa, mas nós dois sabemos que é impossível. Então aqui estou, escolhendo as palavras, com lágrimas no rosto e com esperanças de que você, de alguma maneira, me perdoe pelo que vou escrever. Nós vivemos algo maravihoso e quero que você nunca se esqueça disso. Você é raro e lindo John. Eu me apaixonei por você, mas, acima de tudo, conhecer você me fez perceber o que realmente significa o amor verdadeiro. Durante os últimos dois anos e meio, olhei para o céu e a cada lua cheia lembrei tudo o que passamos juntos. Há tantas coisas. Quando fecho os olhos, vejo seu rosto; quando caminho, é quase como se conseguisse sentir sua mão na minha. Essas coisas ainda são reais pra mim, mas aonde uma vez elas trouxeram conforto, hoje provocam dor. De algum modo mesmo amando um ao outro, perdemos a ligação mágica que sempre nos manteve juntos. Não espero que você entenda, mas por tudo que passamos, não posso continuar mentindo para você. Vou entender se você nunca mais quiser falar comigo, assim como vou entender se você disser que me odeia. Mesmo que você não queira ouvir, quero que você saiba que sempre será parte de mim. E não importa o que o futuro traga, você sempre será meu amor verdadeiro, e sei que minha vida é melhor por causa disso."
Sinto muito, Savannah.  (via versatizar)

"Eu gosto de você. Gosto da maneira que faz meus dias serem melhores, do jeito que me trata, e de como me cuida. Eu gosto quando você sente saudade, e gosto mais ainda quando você diz que tá com saudade. Eu gosto de saber que está aqui, mesmo quando não está aqui. Eu gosto e eu sinto. Eu gosto quando acha que me entende, mas na verdade não chegou nem próximo de me entender, mas sei lá, eu gosto. Eu gosto da maneira que você me gosta, é gostoso ser gostada. Eu gosto de sentir sua falta, mas gosto mais ainda de matar essa falta. Gosto do seu bom dia, do seu boa noite, e até de quando você não diz nada, mas queria ter dito. Eu gosto tanto do seu silêncio, mas também gosto do seu barulho, mesmo não gostando tanto assim de barulhos, mas do seu eu gosto. Eu gosto do seu ciúmes exagerado, é tão bonitinho. E gosto do seu jeito pra frente. Gosto um pouco. Eu gosto de ir embora só pra ter certeza que não sei ir embora, e gosto mais ainda quando não me deixa ir embora. Eu gosto de ficar, apesar de ter um medo absurdo de ficar. Sabe quando você começa a me contar um caso no qual não estou prestando atenção? Pois é, eu gosto. Gosto porque parei de prestar atenção no caso pra prestar atenção na sua voz. Eu gosto da sua voz. E da sua risada. E das suas lamentações. E das suas perguntas. É, eu gosto. E gosto mais ainda dos seus medos, dos meus medos, dos nossos medos que se entrelaçam e formam um medo só. Mas o que eu realmente gosto dentre todas essas coisas gostáveis, é de você saber que eu gosto de tudo isso sem eu precisar te contar."
Já Pensou Se Fosse Amor? - Thiara Macedo (sdpm)

"Esse texto não é sobre como você é, ou sobre como eu sou, é sobre como nós somos quando estamos juntos. Não é sobre as coisas que fazemos separados, é por cada coisa que fazemos para ficarmos juntos. Não é sobre nossos beijos e carícias, sobre as histórias, as risadas e toda aquela melosidade de sempre, não é sobre a saudade, é por todas as vezes que você vem, por todas as vezes que nos tornamos melhores um pelo e para o outro. Não é pelas vezes que fugimos para nos amarmos as escondias, como se fossemos amantes; É sobre as vezes que nos amamos e todo o mundo pode ver. Não é sobre as discussões e bate-bocas, é sobre nossas bocas coladas, nossas brigas terminadas na cama. Não é sobre seu sorriso maravilhoso, é sobre a paz que ele me passa. Esse texto, não é sobre amar por completo alguém, mas sim sobre se tornar alguém completo por ter a quem amar."
logan and summer  (via strcklove)


"Cheguei a uma conclusão sobre você… Você realmente não sabe amar, não sabe amar nem a si próprio antes de amar uma pessoa, tu sempre foi um cara sem noção. E agora sabe o que é pior, Charlie? Você sempre acha que sabe tudo, “Sr. dono da razão”. Mas você não sabe um terço das coisas e muito menos da vida, mesmo assim tu teima em sempre ser o dono da razão, você não muda mesmo, né? Por que você é assim? Eu sei que não sou nenhuma certinha, tenho os meus medos, mas tu não, sempre é incapaz de assumir que não sabe amar. O meu problema deve ser o mesmo que o seu. Tu reclama de mim, vai embora, mas sempre volta. E eu reclamo de você, mas fico te trazendo de volta.Tu acha mesmo que eu seria tão otária de viver na tua cola se eu não te amasse? Caramba, o problema é que eu fujo, eu acabo indo pra longe porque não suporto esse teu jeito de sempre querer ser o certo e me tratar como o problema. Quer dizer, fugir de você é a unica coisa que eu posso ao menos tentar fazer, mas no final eu sempre acabo voltando pra ti e tu com o teu jeito de um “faz de conta que nada aconteceu” me acolhe e me agrada mais uma vez. Olha só o que aconteceu dessa vez, a gente mudou, e não digo de endereço ou de colégio. Conseguimos manter distância dessa vez, e não tem nada que faça isso mudar. Eu não vou gritar, porque sei que tu não vai me escutar. Tá vendo só? Antes eu nem precisava gritar para tu me ouvir, era questão de apenas te olhar e logo tu estava ali, batendo na minha porta querendo entrar. Eu tô sendo compreensível no máximo que posso, mas a tua falta de palavra vinda com o teu silêncio me corroí mais do que qualquer coisa. Quando pensei no passado, isso me fez ver o quanto a gente nunca combinou, mas se acertava sempre em alguns casos, mesmo que fosse por questões de minutos. Era engraçado porque tu mal sabia cuidar de ti e sempre se deu ao máximo para cuidar muito bem de mim. Em relação a isso nunca precisei reclamar, pelo menos nisso né. Mas o meu jeito de toda durona sempre fez com que tu ficasse na minha cola e não fosse embora. Mas se caso um dia tu for embora, não pense que irei atrás de ti, porque estarei do teu lado segurando tua mão para jamais deixar tu partir assim, sem mim. E olha bem pra essa bagunça de agora, você sempre fez errado, mas eu sinto tua falta. Eu sempre fui a sua garota engraçada, eu te fazia rir e era tão bom ouvir tuas gargalhadas por conta das minhas palhaçadas. Agora você quase não me olha, tampouco dá risada das minhas piadas. Não faz nem questão de me ligar e dizer que vai ficar tudo bem, que logo a tua falta de humor vai passar. Eu sei que não é fácil para você conviver comigo, mas para mim também não é fácil de conviver contigo. Não desiste, aguenta mais um pouco. Não é fácil dizer isto, mas eu tenho medo de perder você. Tudo bem, tu mais uma vez será o “Sr. convencido” e eu serei a tua garota problema que sempre procura te contrariar em tudo."
Ele é totalmente o Oposto de mim.   (via p-oetisaironica)

VALE A PENA LER “Sou homem. Quando nasci, meu avô parabenizou meu pai por ter tido um filho homem. E agradeceu à minha mãe por ter dado ao meu pai um filho homem. Recebi o nome do meu avô. Quando eu era criança, eu podia brincar de LEGO, porque “Lego é coisa de menino”, e isso fez com que minha criatividade e capacidade de resolver problemas fossem estimuladas. Ganhei lava-jatos e postos de gasolina montáveis da HotWheels. Também ganhei uma caixa de ferramentas de plástico, para montar e desmontar carrinhos e caminhões. Isso também estimulava minha criatividade e desenvolvia meu raciocínio, o que é bom para toda criança. Na minha época de escola, as meninas usavam saias e meus amigos levantavam suas saias. Dava uma confusão! E então elas foram proibidas de usar saias. Mas eu nunca vi nenhum menino sendo realmente punido por fazer isso, afinal de contas “Homem é assim mesmo! Puxou o pai esse danadinho” - era o que eu ouvia. Em casa, com meus primos, eu gostava de brincar de casinha com uma priminha. Nós tínhamos por volta de 8 anos. Eu era o papai, ela era a mamãe e as bonecas eram nossas filhinhas. Na brincadeira, quando eu carregava a boneca no colo, minha mãe não deixava: “Larga a boneca, Juninho, é coisa de menina”. E o pai da minha priminha, quando via que estávamos brincando juntos, de casinha, não deixava. Dizia que menino tem que brincar com menino e menina com menina, porque “menino é muito estúpido e, principalmente, pra frente”. Eu não me achava estúpido e também não entendia o que ele queria dizer com “pra frente”, mas obedecia. No natal, minha irmã ganhou uma Barbie e eu uma beyblade. Ela chorou um pouco porque o meu brinquedo era muito mais legal que o dela, mas mamãe todo ano repetia a gafe e comprava para ela uma boneca, um fogãozinho, uma geladeira cor-de-rosa, uma batedeira, um ferro de passar. Quando fiz 15 anos e comecei a namorar, meu pai me comprou algumas camisinhas. Na adolescência, ninguém me criticava quando eu ficava com várias meninas. Atualmente continua assim. Meu pai não briga comigo quando passo a noite fora. Não fica dizendo que tenho que ser um “rapaz de família”. Ele nunca me deu um tapa na cara desconfiado de que passei a noite em um motel. Ninguém fica me dando sermão dizendo que eu tenho que ser reservado e me fazer de difícil. Ninguém me julga mal quando quero ficar com uma mulher e tomo a iniciativa. Ninguém fica regulando minhas roupas, dizendo que eu tenho que me cuidar. Ninguém fica repetindo que eu tenho que me cuidar porque “mulher só pensa em sexo”. Ninguém acha que minhas namoradas só estavam comigo para conseguir sexo. Ninguém pensa que, ao transar, estou me submetendo à vontade da minha parceira. Ninguém demoniza meus orgasmos. Nunca fui julgado por carregar camisinha na mochila e na carteira. Nunca tive que esconder minhas camisinhas dos meus pais. Nunca me disseram para me casar virgem por ser homem. Nunca ficaram repetindo para mim que “Homem tem que se valorizar” ou “se dar ao respeito”. Aparentemente, meu sexo já faz com que eu tenha respeito. Quando saio na rua ninguém me chama de “delícia”. Nenhuma desconhecida enche a boca e me chama de “gostoso” de forma agressiva. Eu posso andar na rua tomando um sorvete tranquilamente, porque sei que não vou ouvir nada como “Larga esse sorvete e vem me chupar”. Eu posso até andar na rua comendo uma banana. Nunca tive que atravessar a rua, mesmo que lá estivesse batendo um sol infernal, para desviar de um grupo de mulheres num bar, que provavelmente vão me cantar quando eu passar, me deixando envergonhado. Nunca tive que fazer caminhada de moletom porque meu short deixa minhas pernas de fora e isso pode ser perigoso. Nunca ouvi alguém me chamando de “Desavergonhado” porque saí sem camisa. Ninguém tenta regular minhas roupas de malhar. Ninguém tenta regular minhas roupas. Eu nunca fui seguido por uma mulher em um carro enquanto voltava para casa a pé. Eu posso pegar o metrô lotado todos os dias com a certeza que nenhuma mulher vai ficar se esfregando em mim, para filmar e lançar depois em algum site de putaria. Nunca precisaram criar vagões exclusivamente para homens em nenhuma cidade que conheço. Nunca ouvi falar que alguém do meu sexo foi estuprado por uma multidão. Eu posso pegar ônibus sozinho de madrugada. Quando não estou carregando nada de valor, não continuo com medo pelo risco ser estuprado a qualquer momento, em qualquer esquina. Esse risco não existe na cabeça das pessoas do meu sexo. Quando saio à noite, posso usar a roupa que quiser. Se eu sofrer algum tipo de violência, ninguém me culpa porque eu estava bêbado ou por causa das minhas roupas. Se, algum dia, eu fosse estuprado, ninguém iria dizer que a culpa era minha, que eu estava em um lugar inadequado, que eu estava com a roupa indecente. Ninguém tentaria justificar o ato do estuprador com base no meu comportamento. Eu serei tratado como VÍTIMA e só. Ninguém me acha vulgar quando faz frio e meu “farol” fica “aceso”. Quando transo com uma mulher logo no primeiro encontro sou praticamente aplaudido de pé. Ninguém me chama de “vagabundo”, “fácil”, “puto” ou “vadio” por fazer sexo casual às vezes. 99% dos sites de pornografia são feitos para agradar a mim e aos homens em geral. Ninguém fica chocado quando eu digo que assisto pornôs. Ninguém nunca vai me julgar se eu disser que adoro sexo. Ninguém nunca vai me julgar se me ver lendo literatura erótica. Ninguém fica chocado se eu disser que me masturbo. Nenhuma sogra vai dizer para a filha não se casar comigo porque não sou virgem. Ninguém me critica por investir na minha vida profissional. Quando ocupo o mesmo cargo que uma mulher em uma empresa, meu salário nunca é menor que o dela. Se sou promovido, ninguém faz fofoca dizendo que dormi com minha chefe. As pessoas acreditam no meu mérito. Se tenho que viajar a trabalho e deixar meus filhos apenas com a mãe por alguns dias, ninguém me chama de irresponsável. Ninguém acha anormal se, aos 30 anos, eu ainda não tiver filhos. Ninguém palpita sobre minha orientação sexual por causa do tamanho do meu cabelo. Quando meus cabelos começarem a ficar grisalhos, vão achar sexy e ninguém vai me chamar de desleixado. A sociedade não encara minha virgindade como um troféu. 90% das vagas do serviço militar são destinadas às pessoas do meu sexo. Mesmo quando se trata de cargos de alto escalão, em que o oficial só mexe com papelada e gerência. Se eu sair com uma determinada roupa ninguém vai dizer “Esse aí tá pedindo”. Se eu estiver em um baile funk e uma mulher fizer sexo oral em mim, não sou eu quem sou ofendido. Ninguém me chama de “vagabundo” e nem diz “depois fica postando frases de amor no Facebook”. Se vazar um vídeo em que eu esteja transando com uma mulher em público, ninguém vai me xingar, criticar, apedrejar. Não serei o piranha, o vadio, o sem valor, o vagabundo, o cachorro. Estarei apenas sendo homem. Cumprindo meu papel de macho alpha perante a sociedade. Se eu levar uma vida putona, mas depois me apaixonar por uma mulher só, as pessoas acham lindo. Ninguém me julga pelo meu passado. Ninguém diz que é falta de higiene se eu não me depilar. Ninguém me julgaria por ser pai solteiro. Pelo contrário, eu seria visto como um herói. Nunca serei proibido de ocupar um cargo alto na Igreja Católica por ser homem. Nunca apanhei por ser homem. Nunca fui obrigado a cuidar das tarefas da casa por ser homem. Nunca me obrigaram a aprender a cozinhar por ser homem. Ninguém diz que meu lugar é na cozinha por ser homem. Ninguém diz que não posso falar palavrão por ser homem. Ninguém diz que não posso beber por ser homem. Ninguém olha feio para o meu prato se eu colocar muita comida. Ninguém justifica meu mau humor falando dos meus hormônios. Nunca fizeram piadas que subjugam minha inteligência por ser homem. Quando cometo alguma gafe no trânsito ninguém diz “Tinha que ser homem mesmo!” Quando sou simpático com uma mulher, ela não deduz que “estou dando mole”. Se eu fizer uma tatuagem, ninguém vai dizer que sou um “puto”. Ninguém acha que meu corpo serve exclusivamente para dar prazer ao sexo oposto. Ninguém acha que terei de ser submisso a uma futura esposa. Nunca fui julgado por beber cerveja em uma roda onde eu era o único homem. Nunca me encaixo como público-alvo nas propagandas de produtos de limpeza. Sempre me encaixo como público-alvo nas propagandas de cerveja. Nunca me perguntaram se minha namorada me deixa cortar o cabelo. Eu corto quando quero e as pessoas entendem isso. Não há um trote na USP que promove minha humilhação e objetificação. A sociedade não separa as pessoas do meu sexo em “para casar” e “para putaria”. Quando eu digo “Não” ninguém acha que estou fazendo charme. Não é não. Não preciso regrar minhas roupas para evitar que uma mulher peque ou caia em tentação. As pessoas do meu sexo não foram estupradas a cada 40 minutos em SP no ano passado. As pessoas do meu sexo não são estupradas a cada 12 segundos no Brasil. As pessoas do meu sexo não são estupradas por uma multidão nas manifestações do Egito. Não sou homem. Mas, se você é, é fundamental admitir que a sociedade INTEIRA precisa do Feminismo. Não minimize uma dor que você não conhece.” (Camila Oliveira Dias )

versatizar:

moça, sou sua fã


E na hora da prova você lembra até de uma musica que você ouvia na infância, de tudo, menos das respostas.


"Perto quero estar, junto aos Teus pés, pois prazer maior não há, do que me render e Te adorar. Tudo o que há em mim quero Te ofertar, mas ainda é pouco, eu sei, se comparado ao que ganhei; não sou apenas servo, teu amigo me tornei. Te louvarei, não importam as circunstâncias, adorarei, somente a Ti, Jesus."
— Perto quero estar (via sujeitai-vos)

Na (D)or, na al(e)gria, na ang(u)stia, ele (s)empre vai estar comigo .



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Our choices will tell where we will.
"My life is a tale of failure.
Smile
a tear
Era difícil imaginar que a vida pudesse tornar-se mais difícil.”
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